sábado, 1 de maio de 2010

Momento de revolta amorosa


Amor, palavra idiota, sentimento medíocre, hipócrita, corrupto, imoral. Uma palavrinha com apenas quatro minúsculas letras.

Tão insignificante é o amor que nunca é escrito com letra maiúscula, salvo em início de frases. Amor, insignificante amor. De que vale sentir isso dentro de mim? Não posso mostrá-lo. De que vale mostrá-lo? Não sou retribuída. Amar e não te amarem.

Isso existe, esse amor? Essa coisa? Posso dizer que sim. Existe em mim. Amor que eu sinto. Eu sou essa coisa.

Mas no hipócrita amor existe o termo unilateral, ele só parte de um lado. Um ama, sente; o outro vê, assiste e brinca. Use e abuse, é o que se passa na mente do ser amado. Usar e abusar.

Nunca consegui ser assim, mesquinha como o amor, sempre fui maior que ele. Me doava, me dava pela pessoa que amava.

Meu hipócrita amor nunca foi maior que eu!
(14.01.2009 ,,,,,,,,, Elizabeth)

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